A reação internacional à operação dos EUA que capturou maduro
Políticos e chefes de nações da América Latina e de todo o mundo se pronunciaram.
O ataque dos Estados Unidos (EUA) á Venezuela e a captura do ditador Nicolas Maduro neste sábado (03), repercutiram entre líderes de diversos países e suas equipes, que se dividiram entre apoiar ou condenar a ação americana.
A União Europeia (EU) foi uma das primeiras a se pronunciar, com uma declaração da chefe de politica externa do grupo Kaja Kallas, que disse que conversou com o secretário de estado dos EUA, Marco Rubio, e com o embaixador da EU em Caracas. “A União Europeia afirmou repetidamente que (Nicolas Maduro não tem legitimidade e defendeu uma transição pacifica”, escreveu na rede social X. Ela ainda fez um apelo para que os princípios do direito internacional e da carta da Organização das Nações Unidas (ONJ) sejam respeitados durante o conflito.
O presidente da Argentina, Javier Milei, que é alinhado ao trumpismo, publicou uma mensagem curta com seu slogan de campanha: “A liberdade avança. Viva a liberdade, caralh” Ele não fez nenhuma nenhuma menção ao primeiro conflito em muitos anos na América Latina.
Já o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, primeiro chefe de estado de esquerda do país, publicou uma nota apontando “profunda preocupação” e defendendo uma desescalada do conflito, pela paz na região. O governo Colombiano rejeita qualquer ação militar unilateral que possa agravar a situação ou colocar em risco a população civil”. Além disso, informou que “de forma preventiva, o governo nacional dispôs medidas para proteger a população civil, preservar a estabilidade na fronteira colombiano-venezuelana e atender oportunamente eventuais necessidades humanitárias ou migratórias, em coordenação com as autoridades locais e os organismos competentes”, Petro passou horas usando X para publicar vídeos dos ataques e criticar todo o ocorrido.
O presidente do Chile, Gabriel Boric, de centro esquerda, escreveu que o país também está preocupado e afirmou que “condena as ações militares dos EUA”. “fazemos um pedido para que se busque uma saída pacifica para a grave crise que afeta o país” Ele também reafirmou a adesão e o compromisso do Chile com os princípios básicos do direito internacional, pedindo dialogo e apoio multilateral.
O chanceler de Cuba, Bruno Rodriguez, afirmou que o país “condena energicamente a agressão militar em curso” e que “os bombardeios e ações bélicas contra Caracas e outras regiões são atos covardes contra uma nação que não agrediu os EUA, nem outra nação.
Diversos políticos brasileiros também comentaram a situaão, com os da direita bolsonarista celebrando a situação e os ligados ao governo condenando e externando preocupação regional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os ataques “ultrapassaram uma linha inaceitável” e disse que o conflito é “perigoso para toda a comunidade internacional.
Dê sua opinião: